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26 julho, 2012

Oi =3

Bem, não sei se vocês gostam dos meus textos, das minhas fotos, mais é aqui que eu sou eu.
Aqui não tenho medo de me expressar. Meu diario aberto =)
Sintam-se a vontade e obrigada pelas visitinhas.
Tentarei colocar minhas fotos novas. Assim que der. Prometo. 

17 julho, 2012

Bound To You

A vida é complicado demais, ou eu que gosto de uma complicação?

Ele me olhava, enquanto estava em seu colo olhando para as estrelas e falando sobre mim. Ele parecia nervoso, inquieto. Eu o olhei, ele hesitou e depois veio ao encontro de minha boca. Nós beijamos, senti um forte arrepio, mais não foi de medo, insegurança. Eu estava ali para esquecer meu problema, esquecer minha dor.
Não me importei se aquilo era errado, imoral. Eu me entreguei a aquele momento com ele.
Depois passamos mais momentos juntos. Conversamos e rimos mais um pouco.
Pedi não se apaixone por mim, ele ficou sério e pensativo. Perguntei o porque, ele dizia nada, não é nada. Continuei insistindo e ele disse você é apaixonante. Eu ri e bem não me lembro o que aconteceu depois disso.
Mas depois ele segurou minha mão e me levantou, e me beijou. Eu poderia ter dito não, mais eu queria aquele beijo, eu queria aquele momento, eu o queria, o desejava...


Madrugada fria, lembranças cruéis.

Ele me disse entre lágrimas, eu te amo. Como se não tivesse entendido, novamente perguntei o porque das lágrimas, e ele novamente respondeu, porque eu te amo e tenho medo, medo de você vá embora.
Eu o abracei. Senti ele tremer por alguns instantes até se acalmar. Eu o beijei. Não disse que o amava também, pois estaria mentindo. Mas eu, ele, aquela esquina, aquele beijo, mexeram comigo.
E eu olhei pro céu estrelado como buscando refúgio daquele lugar que me assustava. Aquela palavra que todos diziam que fazia sofrer.
Quando me vi olhando para aquele garoto que me dizia que me amava, vi um sentimento nascer e pensei, droga me apaixonei.


Madrugada fria, cruéis lembranças.

Eu a levei pela mão. Não disse a onde iríamos, nem ela perguntou onde. Seguimos de mãos dadas em silêncio, no meu rosto havia um leve sorriso que eu espero que ela não visto.
Paramos de andar, ela olhou pra mim e disse não com a cabeça. Eu sorri e fui beija-lá. Ela se afastou e a puxei mais forte ao meu corpo. Se a razão dela a deixasse por um segundo ela teria sido minha.
Senti o calor do corpo, do envolvente perfume e do encantamento que eu tinha por ela. Não queria esperar para te-la. Mas a respeitaria, pois já sabia que ela seria minha.